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Experimentando por aí
Experimentando por aí

Comidinha caseira e um belo visual

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E aí galerinha, tudo bem?! Sou Michely Figueiredo e hoje resolvi compartilhar uma das experiências que tive este final de semana aqui no Experimentando por aí, do meu querido Marquinhos. A dica vai para aqueles que curtem uma comidinha caseira e um belo visual. Eu to falando do restaurante Casa do Cerrado, localizado à distância de 5 quilômetros de Chapada dos Guimarães, ao lado direito da MT-251, sentido Cuiabá- Chapada. Como diria um dos meus professores de faculdade, Pedro P. de Oliveira, a comida é “honesta”.

casa_do_cerrado_interior

O sistema é self-service. A comida fica disposta num fogão à lenha e por ($30) você come até não querer mais. O ambiente é todo decorado com móveis de madeira e o restaurante ainda disponibiliza mesas na parte exterior, onde é possível apreciar uma vista maravilhosa do relevo e da vegetação de Chapada. O único problema de optar por sentar nessas mesas é o vento, que rapidamente esfria a comida. Mas pra tomar uma cerveja geladinha, o visual é dos deuses.

casa_do_cerrado_buffet

No domingo (10) em que estive no local, o cardápio contava com salada, três tipos de carne, abóbora cabotiã cozida, quiabo, purê de batata, farofa de banana, peixe frito, pirão, pra citar parte do que estava sendo ofertado. O cardápio não oferece sobremesa.

Optei por uma cerveja Burguesa, pois não conhecia. Gostei do que provei. Cerveja leve, bem geladinha. Por ela paguei ($10).

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Terminado o almoço, foi hora de explorar o espaço. Afinal, a Casa do Cerrado também comercializa pimentas, potes de conserva, doces caseiros e móveis fabricados com madeira de demolição. Para quem gosta deste tipo de mobília, o lugar é uma perdição. Tive que sair correndo, antes que levasse comigo boa parte do estoque.

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E aí, ? vamos experimentar?

PS*: As fotos que fiz estavam em um cartão de memória, mas ele queimou. ?

michely

Michely Figueiredo, uma jornalista loucamente apaixonada por rádio, novas experiências e pela contato com a natureza. Rondonopolitana sonhadora, luto pela igualdade de gênero e pelo fim da intolerância religiosa. Fiz de Cuiabá minha morada há 10 anos e por aqui construí minha história.