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Experimentando por aí
Experimentando por aí

Segredos, mistérios, sustos e um visual incrível – Trilha do Mel

Estou aqui pra falar de uma experiência muito maneira que fizemos em um domingo desses de sol e céu azul. A ideia surgiu de um bate papo entre meu diretor e amigo Marcos Maia. Ele tinha vontade de fazer um programa de turismo, mas com um guia apresentando. Eu havia visto meus amigos Morcego, Isabella e Ricardinho fazendo a trilha das 7 cachoeiras e a Célinha (www.instagram.com/tenisesainha), Robertinho e Lulu fazendo a trilha do mel, e tinha vontade de ter essa experiência pro blog. Ele me perguntou se achava que dava conta (físicamente), ???? disse que sim. Repeti a pergunta pra ele que confirmou de pronto. Misturamos tudo isso e lá fomos nós pra Trilha do Mel. Dê o play e veja como foi, mas não se esqueça de ler o post até o final. ?

Com a ideia na cabeça, começamos a convidar algumas pessoas pra encarar a Trilha do Mel com a gente, algumas aceitaram, mas não conseguiram ir e outras guerreiras chegaram até primeiro no ponto de encontro de saída. Muito obrigado pela parceria Bel, Morcego e Ricardinho (E Robertinho, Celinha e Thalita, quero vocês nos próximos, rhum). Tínhamos combinado de sair às 6h por conta do sol, mas nos atrasamos um pouquinho, pois passamos pra comprar umas baterias. Que feio isso, né? ??? Chegamos e nos desculpamos com eles. Tomamos café da manhã, compramos água pra levar (provavelmente iríamos chegar antes de abrir a lanchonete do início da trilha), e partimos.

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Chegamos na Casa do Mel, onde começa a trilha, bem ali depois do portão do inferno do lado esquerdo onde tem um boneco com roupa de pegar mel e um ETzinho demais de bonitinho que fica nos recepcionando. Como esperado, o lugar ainda estava fechado, mas já sabíamos que era só abrir a porteirinha e subir, já que não precisa de guia. Daí o pagamento é feito na volta (R$ 20 por pessoa).

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Isabella puxou um alongamento rápido e já começamos a trilha. De cara já tem uma subida que deixa um medinho de não dar conta no ar. Mas seguimos firmes e fortes. Continuamos subindo meio perdidos na distância até que vi uma caixinha de madeira branca sinalizando 500m,???? parecia que já tinha passado pelo menos o dobro disso, mas fomos que fomos. O que era estranho, era que mais descíamos do que subíamos. A cada descida do Marcos Maia falava: “ah não, mais uma descida? Só pra dificultar depois”, reclamão demais.????

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A cada clareira que surgia o visual impressionava ainda mais. Algo que não consigo nem descrever em palavras. Você precisa fazer essa trilha e experimentar a mesma sensação que experimentei. Cansa? Cansa, mas vale cada gotinha de suor no percurso e quando chegamos ao 3º km, no topo. Aquela vista, aquele vento, aquela energia, chega a emocionar. Aquele lugar não pode passar despercebido, precisa ser visitado sempre.

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Na volta, o comentário era: que lugar, vamos fazer novamente… Além das traquinagens pra assustar a Bell, tadinha, ela sofreu nesse percurso.

É isso amiguinhos! Essa foi mais uma experiência que fiz pra compartilhar com vocês. Deixem nos comentários o que acharam, se visitar a Trilha do mel ou algum outro lugar, me conte como foi usando a #experimentandoporai e/ou marcando @experimentandoporai no instagram. Usando a hashtag sua foto vai aparecer aqui no blog. Se quiser também pode nos enviar ou nos marcar pelo Facebook (www.facebook.com/vamosexperimentar)

E aí, vamos experimentar?